Faça você mesmo!
"Por meio da cultura, jovens das periferias brasileiras fazem uma revolução. Um panorama da produção independente nas quebradas das metrópoles: como a arte criada fora da indústria cultural subverte a mercantilização e controle do conhecimento, marca do capitalismo."
Por Eleilson Leite
Matéria LE MONDE Diplomatique Brasil
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Sugestão de leitura rápida...
"...Nós fizemos uma política de juros imbecil e continuamos fazendo. Não há nenhuma razão no mundo. A taxa de juro americana caiu. Por que a gente mantém esse juro que é o mais alto do mundo? O que eu vejo agora é que não dá para dizer que o modelo do desenvolvimento está completo.Nós não vamos ser exportadores de matérias-primas para a Ásia, se for a Ásia o centro dominante do mundo. Quer dizer, depois de ser periferia da Europa e ser periferia dos americanos, viramos periferia da Ásia? Eu diria que isso não é um modelo que se proponha. Exportar para eles petróleo, açúcar, etanol, minério... Isso lá é futuro para um país?..."
Entrevista com a economista Maria da Conceição Tavares
Entrevista com a economista Maria da Conceição Tavares
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
"Filosofar é aprender a morrer"
Vamos ver a coisa pelo seguinte ângulo:
Você nasce e já começa a morrer. Aliás, você já estava morto. E fica morrendo para o resto da vida. Você morre e já está vivo. Aliás, você nunca morre. Nem percebe. Quando percebe, nota duas moléculas que fazem uma terceira que só serve para virar duas, depois quatro, oito, um monte que se desmonta e se espalha. Se não percebe, você não está nem aí. Você não é expectador da sua existência. É fácil, simples. Você nem pensa no assunto. Em assunto nenhum. Pensou, dançou. Vai querer saber quem foi que deu o peteleco no brinquedo. E por quê. Aí dói. Gasta energia. Dá trabalho. Tem de juntar o que você vê aqui, ali e acolá. E fazer as coisas se encaixarem. Sem encaixe, você pensa que não pensou. E pergunta: “Cadê eu? Eu juro que estava aqui!” Só de pensar que pensou, dói. Dá uma sensação de remar contra a maré. Você arruma e desarruma. Tende à máxima avacalhação. Quer tudo organizado? Explicado? Dá canseira, mas fica uma sensação de perceber o monta-e-desmonta como se fosse auto-explicativo. E segue-se um bilionésimo de segundo de alívio. E pergunta: “Mas cadê a explicação? Mas quem quer uma explicação?” É por que é, não é? E assim vai.
extraído daqui...
Você nasce e já começa a morrer. Aliás, você já estava morto. E fica morrendo para o resto da vida. Você morre e já está vivo. Aliás, você nunca morre. Nem percebe. Quando percebe, nota duas moléculas que fazem uma terceira que só serve para virar duas, depois quatro, oito, um monte que se desmonta e se espalha. Se não percebe, você não está nem aí. Você não é expectador da sua existência. É fácil, simples. Você nem pensa no assunto. Em assunto nenhum. Pensou, dançou. Vai querer saber quem foi que deu o peteleco no brinquedo. E por quê. Aí dói. Gasta energia. Dá trabalho. Tem de juntar o que você vê aqui, ali e acolá. E fazer as coisas se encaixarem. Sem encaixe, você pensa que não pensou. E pergunta: “Cadê eu? Eu juro que estava aqui!” Só de pensar que pensou, dói. Dá uma sensação de remar contra a maré. Você arruma e desarruma. Tende à máxima avacalhação. Quer tudo organizado? Explicado? Dá canseira, mas fica uma sensação de perceber o monta-e-desmonta como se fosse auto-explicativo. E segue-se um bilionésimo de segundo de alívio. E pergunta: “Mas cadê a explicação? Mas quem quer uma explicação?” É por que é, não é? E assim vai.
extraído daqui...
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
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